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sábado, 29 de janeiro de 2011


Oii... Mais um dia mais um post! Bom hoje vim postar o selo que ganhei de dois blogs que gosto muito o Change Feelings, da Alessandra, e o Palavras Clamadas, da Beatriz. Obrigado Fofas!!!

Tenho que responder algumas perguntinhas, vamos nessa:

1- Qual o seu objeto mais pessoal?
O livro que estou escrevendo

2- Que tipo de música você prefere?
Rock, principalmente!


3- Tem alguma música em especial?
Atualmente é HAUNTED, Kelly Clarkson

4- Gosta de ver fotos?
Sim, mas prefiro tirar fotos minhas e de outras pessoas ou coisas.

5- Qual foi o último filme que viu no cinema?
Harry Potter e as relíquias da morte, parte 1

6- Você é convencido?
Não.

7- Quais os problemas mundiais te preocupam mais?
O meio ambiente e as guerras de todos os tipos.

8- Até onde é capaz de ir por amor?
Não sei... Mas acho que até onde conseguir!

9- Gosta de ler?
SIM... Sou uma viciada assumida que não quer a cura! rsrs

10- O que achas mais romântico?
Mostar que ama nas pequenas coisinhas do dia-a-dia

10- O que achas mais romântico?
Cada um com o seu cada um.

12- Você é capaz de morrer por alguém?
Se a pessoa merecer, por que não?

13- Você acredita em horóscopo? Por quê?
Não. Sei lá... Simplesmente gosto de descobrir meu dia sozinha.

14- Você é organizado?
Tem dias que arrumo tudo, mas logo logo já baguncei de novo.rsrs

15- Você tem medo de andar de avião?
Ainda não andei.

16- Gosta de sol, praia?
Sim, mas um friozinho vai bem de vez em quando.

17- Você usa óculos?
Não.

18- O que faz aos sábados pela manhã?
Geralmente durmo ou vou nadar.

19- Você vê muita TV?
MUITA

20- Tem algum Fetiche?
Não

21- O que você mudaria no mundo?
A responsabilidade ambiental do ser humano.

22- Você é vaidosa?
Sim, mas sem exagero.

23- Você gosta de seus vizinhos?
A maioria.

24- Gosta de sopas?
Sim.

25- A que horas você se levanta?
Tento acordar cedo sempre, as vezes não consigo.

26- Partilhas teu quarto com alguém?
Não.

27- Você é uma pessoa simples?
Sim.

28- Você tem uma boa memória?
Para imagens sim, nomes não

29- Você vê desenho animado?
Sempre.

29- Você vê desenho animado?
Fico meio na duvida.

31- Você já acampou?
Só durante o dia, então não conta muito.

32- O que fazes nas férias de verão?
Não tenho uma rotina, são ferias...

33- Sai à noite? Onde costuma ir?
Não muito, as vezes vou ao Shopping ou a lanchonetes.

34- Primeira coisa que você lava no banho?
Meu rosto

35- Com quem você vai estar hoje à noite?
Meus pais

36- O que você vai fazer amanhã?
Arrumar minhas coisa para a volta as aulas, que emocionante (ironia)

37- Qual foi à última vez que você chorou?
A alguns dias

38- Estação preferida?
Primavera (pq nasci nela e aqui chove mais)

39- Já bateu em alguém?
Sim...

40- Qual foi à última pergunta que você fez pra você mesmo?
O que ele disse mesmo?

41- Você fala o que vem na cabeça?
Até demais. ¬¬'

42-Diz o que te vier à cabeça:
"Quantas perguntas..." 


Então vamos aos blogs que indico:

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Conquistando a liberdade - Capitulo 3



24:16 - Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro

  - O avião está quase pronto, prepare-se Karl.
  - Por mim, já podemos ir, verifiquei tudo lá em baixo e as mochilas já estão aqui. Disse ao olhar para as mochilas no primeiro banco a pós a pequena cabine do Rose Solo Jet, avião particular feito na fábrica da família de Van.
  - Ótimo, disse Van saindo da cabine, estamos prontos para decolar?
  - Van... Tem certeza que quer deixar sua vida estável e ir me ajudar a achar meus pais?
  - Você é meu amigo e mesmo que não fosse, cara chega de tranquilidade! Desde que sai da FAB não fiz nada diferente, já enjoei da calmaria. E as garotas européias são demais. Os dois riram.
  - Só perguntei porque seu pai não vai gostar de nós pegarmos o jato dele para ir para atravessar o atlântico.
  - Eu me entendo com ele depois. Karl o encarou. Estou falando, cara. 
  - Se eu não te conhecesse... Voltaram a rir.
  - Vamos logo antes que a policia federal venha atrás do jato.
  Entraram no avião, Van como piloto tendo Karl como seu co-piloto. Não era o costume deles porque cada um pilotava seu próprio jato, na época que eram da aeronáutica. Mas mesmo assim foram rumo a Espanha.

10:25 - Aeroporto espanhol (dia seguinte)

  O dia amanheceu incrível, ensolarado quase sem nuvens. 
  Van e Karl chegaram ao aeroporto estavam cansados demais para pensar se o aeroporto é ou não bonito. Só queriam chegar logo ao hotel. Mas ao passarem pela área de desembarque, algo chamou a atenção de ambos. Duas garotas muito bonitas uma delas discutia com a moça sobre onde estavam suas bagagens, a outra ficou observando a que discutia com um sorriso no rosto. 
  - Eu fico com a loira.
  - Huh?
  - Disse que fico com a loira e você a morena. 
  - Se desse tempo seria bom mesmo.
  - Não custa pensar, nem olhar.
  Os dois caminharam lentamente para a porta, ao chegarem nesta pararam para descansar apesar de terem levado pouca coisa após umas doze acordados até um pena pesaria. De repente ouviram em espanhol:
  - Licencia, por favor? ¹ Eram as moças que viram no guichê a pouco.
  - O que ela disse? Todos olharam para Van que completou com um "estou brincando".
  - ¡Estúpido!
  - Hey! Tenha educação, Loira. 
  - A loira tem nome... cortando a frase dela na metade disse com uma voz tranquila. 
  - Ótimo, então além do nome me dê seu telefone. 
  Enquanto os dois se encaravam a moça morena começou a rir. 
  - Do que está rindo? 
  - "A loira tem nome...",  "Ótimo, então além do nome me dê seu telefone.", ela repetiu. Vocês são estranhos! Deu a volta neles e saiu pela porta.
  - Espere Katry! Correu na direção da amiga.
  - Eu não, estou cansada demais para ficar vendo você brigar por nada.
  - Ok, então vamos para o hotel.
  Karl e Van estavam parados encarando-as se afastarem.
  - Não devíamos dizer algo?
  - É... Hey! você não me disse seu nome e nem seu telefone.
  - Meu nome é Talita. Gritou, mas logo depois entrou em um táxi.
  - Garotas estranhas... murmurou Van
  - Gostei delas, afirmou Karl.
  - É... eu também! Vamos para o hotel?
  - É... 
  Confusos os dois foram para o hotel. E mesmo sem terem se falado muito desejavam revê-las. Katryne estava concentrada na busca pelos pais, mas Talyta viajava ao olhar pela janela lembrando o garoto que encontrou no aeroporto.
1- Não consegui colocar a interrogação de cabeça para baixo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Frase III


  Como apaixonada por filmes vim trazer algumas frases...



"Os filmes não criam psicopatas. Eles só os tornam mais criativos."
Skeet Ulrich


"Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação."
Charles Chaplin


"É impossível fazer um bom filme sem uma câmera que seja como um coração de um poeta."
Orson Welles



É isso BOA NOITE!!!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A morte como efeito colateral - Ana María Shua


Editora: Globo Editora
Páginas: 208
Sinopse: Na violenta Buenos Aires de um futuro não muito distante, Ana María Shua conta a história de personagens que têm sua vida modificada por uma doença grave em A morte como efeito colateral Ernesto, um maquiador de meia-idade transformado em roteirista por um cineasta excêntrico e abonado, tem sua vida modificada após o diagnóstico de câncer intestinal de seu pai. A doença faz com que os papéis no quadro familiar se modifiquem: o pai, que antes era uma figura dominadora, agora é impelido a pedir auxílio e tem sua independência abalada; a mãe, outrora bela e motivo de orgulho para o filho, surta ao ver a força do companheiro se exaurir; Cora, a irmã parasita, sente-se ameaçada diante da nova situação que todos são obrigados a encarar. Relatando os acontecimentos a um amor do passado, ao qual se submetia sob a condição de amante e que agora não passa de um confessor imaginário, Ernesto revela sua própria forma de loucura. 

   No início o livro é um pouco confuso. O Ernesto conversa com uma mulher, escreve para ela, mas nunca manda o que escreve. É meio melancólico por causa do  o pai um controlador que não gosta que os filhos sejam independentes, sua mãe aceitando as humilhações do pai dele sem falar nada e Cora sua irmã que é dependente dos pais não só financeiramente como também psicologicamente. Nada em sua vida era como ele desejava. 
  Não é um dos meus livros favoritos, mas até que é interessante ver o que acontece, mas tive que tomar cuidado porque ele de uma hora pra outra começa a falar de um assunto e depois vai para outro. Mas devo dizer que o final foi impressionante! Diferente de tudo que eu havia imaginado. Vale apena ler, mas como já disse cuidado com os comentários que desviam da história por um momento e depois voltam a ela. 

A autora

Carta de Amor



  Trinta e dois anos, ar ainda juvenil, mas tem um coração triste. Mas mesmo sendo assim Andy Grappe  passou a ser solitário à um mês. Um homem belo, mas triste. Ele se entrega ao trabalho para esquecer a mulher que o magoou. No início ele se afastou dos amigos, mas hoje vivi disfarçando seu sofrimento, a única que sabe a verdade é Lizz, sua irmã. Ele se preparava para uma vida vazia e triste, focada no trabalho. E isso se confirmaria, mas uma carta mudou isso.
   Eram 9:30 da manhã Andy pegou as correspondências, parou em uma, ficou a fita-lá o remetente, Mary Copper. Ao ler aquilo lembrou do passado e na dor que ela o fez passar, se perguntava por que Mary havia o abandonado. Jogou a carta no lixo foi tomar um banho bem frio, tinha que esquecê-la, ele levou muito tempo para não lembrar dela a todo momento, mas não fez um trabalho. Mas não tirou a carta e seu conteúdo da cabeça, assim que tomou banho e se vestiu, foi ao lixeiro e pegou a carta sentou no sofá do pequeno apartamento e abriu cuidadosamente o envelope não queria estragar talvez a última forma de contato que Mary faria. Se pôs a ler:

          Querido Andy, achei que não deveria te escrever, mas com o incentivo da Lizz resolvi. Sei que depois de te abandonar é errado voltar, mas sua irmã me convenceu que você também estava sofrendo e nós deveríamos nos dar mais uma chance. Dois dias antes de nosso casamento meu irmão Claudio veio a falecer em Nova York, houve um acidente e ele teve uma hemorragia muito grave, ou algo assim, não consegui pergunta mais. Não tive tempo de me despedir dele e nem de você. Fui tão as pressas que esqueci de todo o mundo. Liguei para você após o enterro, mas sua mãe disse que era melhor eu te esquecer, ela estava com raiva de mim por abandonar o filho dela no altar. Tentei te ligar, mas ele nem chamava era como se o numero não existisse mais. Fiquei preocupada. Liguei para Lizz, ela me disse que jogou o telefone que te dei no mar e que foi embora para uma cidade maior para tentar me esquecer. Me senti muito mal por te abandonar, arrumei todas as minhas coisas estava pronta para ir a seu encontro e me explicar, mas cai doente um gripe que já havia se manifestado e aumentou para pneumonia. Tive que ficar em repouso por dias. Liguei para Lizz tinha que te ver a todo custo, foi assim que consegui seu endereço. Em fim, te escrevi para tentar fazer você me perdoar, se isso ainda for possível, saiba que vou te esperar até do dia 29 deste mês no chalé que era mãe, se não vier voltarei para para Nova York e tentarei seguir em frente. Espero que me desculpe.
Beijos Mary.
Ps.:Essa maluquinha ainda te ama.

  Andy não entendeu o que sentia, estava feliz por ela ter voltado, mas ainda sofria muito por causa dela... "Vou esquecê-la." pensou. Mas sabia que estava mentindo para ele mesmo. Passaram alguns dias Andy ficava mais e mais ansioso. E se perguntava "Será que ela ainda está me esperando?", "Eu devo ir encontrá-la?" e depois recordava o abandono, a solidão e afirmava: Não vou! Ela que espere!
  Madrugada do dia 28 para 29, Andy não consegui pregar o olho rolava pela cama de um lado para o outro. Encarou o relógio: "São cinco horas da manhã, se eu sair agora consigo chegar lá até as nove com transito bom." Não entendia porque havia feito aquele calculo, encarou o teto. "Por que?"
   E como se nada tivesse acontecido: - Porque eu a amo - sussurrou e depois mais forte - Eu amo aquela maluca impulsiva! - Se vestiu rapidamente, pegou o carro e saiu a toda velocidade. Mas havia muito transito, era feriado todos estavam indo viajar. "Droga!" ele exclamou.
   Depois de horas no transito ele chegou a entrada do chalé. Tudo fechado, conferiu o relógio: 12:05. "Tudo acabou, ela se foi." seus olhos se encheram de lágrimas, mas ela ouviu um soluçar, vinha do fundo da pequena casa, ele deu a volta, de costa para ele estava uma moça de cabelos cacheados dourados que encarava o jardim.
   - Mary... ele sussurrou e ela se virou.
   Não disse nada, mas ela veio na direção dele o abraçou e no ouvido dele balbuciou:
   - Graças à Deus. - o encarou - você veio.
   - Claro que sim - sem mais palavras eles se beijaram.